Analgesia e Dor

A anestesia geral coloca nas mãos do anestesiologista o controlo de todas as funções vitais do paciente, pelo que é habitualmente comparada à aviação. O anestesiologista tem um papel semelhante ao de um piloto de um avião e assume a responsabilidade de conduzir o seu “passageiro” numa viagem que inclui um levantar voo suave (adormecer), um percurso tranquilo (inconsciência durante o procedimento) e uma aterragem segura (despertar). A diferença é que um anestesiologista conduz um passageiro de cada vez; a semelhança é que o objectivo é proporcionar ao passageiro um seguro regresso a casa. A anestesiologia é a especialidade em que um médico mais intervém no controlo das referidas funções vitais: respiração, actividade do coração, circulação, funções do cérebro, etc. Esta característica faz com que os anestesiologistas assumam um papel relevante e elevada competência na medicina de emergência e na medicina intensiva nos doentes críticos. Os anestesistas estão presentes nas várias unidades de cuidados intensivos do hospital, local onde são tratados os doentes em situação de grave perigo de vida necessitando de meios artificiais de suporte de vida. São os doentes que se diz estarem “ligados às máquinas”, máquinas estas iguais às que são usadas no dia-a-dia pelos anestesistas nas salas de operações, o que os habilita para o seu uso nas unidades de cuidados intensivos.

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